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Atendimento Infantil

Quando chega aos 7 anos, já possui o seu caráter esboçado, a personalidade um pouco definida e a inteligência desperta. Perante si mesma tem um novo caminho a percorrer: alargar a sua consciência, alargar o conhecimento do mundo, ampliar o conceito das coisas. Dizendo-o de outra maneira, tem ante si a possibilidade de introduzir o mundo no seu interior. A criança volta a começar a vida. Esta a razão das crises que costumam ocorrer neste momento, crises que nalguns casos assustam os pais, porque crêem que o seu filho se torna tonto ou que perde a graça e a espontaneidade. Perante novos movimentos e concepções parece que duvidar e não compreender as coisas tão depressa como antes. Mas, lentamente as dúvidas e a lentidão transformam-se novamente em rapidez perante a maior clareza das novas concepções.

Vencida a crise inicial, incrementa-se o desenvolvimento da personalidade, com a qual o caráter e a afetividade, conservando o tom que já tinham, adquirem um aspecto mais definitivo. Precisa aumentar a confiança em si própria e nos outros. Tanto os pais como os professores devem inculcar-lhe confiança nas suas atitudes e segurança em si mesma.

A estrutura psicológica da criança revela-se com maior clareza através do brincar, atividade cheia de simbolismo emocional e afetivo. Através do Ludodiagnóstico avalia-se o funcionamento psicológico da criança e com a ludoterapia visa promover o desenvolvimento de recursos psicológicos através de contingência organizadora. São realizados atendimentos periódicos com os pais, a fim de que os mesmos possam se colocar e compreender melhor a situação da criança.

Atendimento ao Adolescente

O período do desenvolvimento humano denominado adolescência é utilizado, popularmente para designar  a etapa de transição entre a vida infantil e a vida adulta. Segundo a Organização Mundial da Saúde, adolescente é o indivíduo que se encontra entre os dez e vinte anos de idade. No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece outra faixa etária: dos doze aos dezoito anos.

A adolescência é por natureza um período de crise, um momento de intensas mudanças tanto físicas quanto psicológicas. O jovem vivencia várias perdas relativas à sua infância e começa a colocar-se diante de um mundo adulto. As responsabilidades e as conseqüências pelas escolhas que fizer neste momento serão fundamentais para seu futuro.

Essa situação de mudança naturalmente intensifica conflitos e medos, caracterizando-se como um momento em que o jovem vai firmar a sua própria identidade pessoal. As identificações e idealizações da infância com os pais, professores e pessoas valorizadas vão sendo substituídas pela busca de uma identidade pessoal baseada nas experiências reais do próprio adolescente que tem uma ânsia em se descobrir como "a pessoa que realmente é".

Muitas vezes é um momento de grande contestação à autoridade. O jovem vai testar e se confrontar com os "adultos" para poder se diferenciar e perceber-se como alguém único e separado com idéias próprias. Em função de todos esses aspectos às vezes se torna difícil fazer uma escolha profissional madura e adequada à realidade. Neste caso é necessário que o adolescente compreenda os seus conflitos para que possa decidir.

A psicoterapia necessita de atualização e humor, uma vez que os adolescentes gostam de rir e brincar. Deve ser lúdica, móvel, dinâmica – não monótona – porque o adolescente traz características da infância. Por isto, muitas vezes, parte do trabalho é feito de "brincadeiras" que, posteriormente, levam a um relaxamento e a vivências muito profundas – a terapia deve desenvolver o autoconhecimento e o pensamento analítico.

Mesmo o adolescente vindo individualmente à terapia, algumas sessões com os pais, ou com a família, são muito bem vindas, auxiliará o processo terapêutico.

Atendimento ao Adulto

O período denominado Adulto Jovem vai do final da adolescência até os 40 anos. Esse período caracteriza-se pelo pico do desenvolvimento biológico, pela adoção de papéis sociais importantes e pela evolução do self, ou seja, de uma estrutura de vida adulta. O adulto jovem pode fazer vários começos, antes de assumir um compromisso mais duradouro.

Nesse estágio pode surgir o conflito psicossocial e o sucesso ou fracasso vai depender das experiências vividas anteriormente e de como o indivíduo interage com o ambiente.

             O indivíduo que na passagem adolescente - adulto jovem convencionalmente configurado entre os 22 e 35 anos, que resolveu sua crise de identidade, não é amedrontado pela intimidade dos relacionamentos que estabelece; já o indivíduo que chega aí em estado de contínua confusão de papéis é incapaz de estabelecer relacionamentos duradouros e intensos. Isso pode fazer com que um senso de isolamento cresça e atinja proporções perigosas.

Durante a vida adulta, são testadas opções para profissão e casamento. Também é importante a tarefa de individuação, na qual o adulto aprende a aceitar a si mesmo como uma pessoa única, distinta da sociedade e parte dela. O fracasso nessa tarefa leva a apatia. O objetivo primário do adulto jovem é tornar-se independente.

A satisfação com o emprego dá vazão à criatividade, relacionamentos satisfatórios com os colegas e maior auto-estima; a desadaptação pode causar insatisfação consigo mesmo e com o trabalho, insegurança, auto-estima diminuída, raiva e ressentimento. A identidade nuclear danificada pode levar ao alcoolismo, violência e pensamento suicida.

Aproximadamente por volta dos quarenta anos, os adultos sentem a necessidade de levar a vida mais seriamente, fazendo uma reavaliação da vida que estão levando. As pessoas podem, então, reafirmar seus compromissos e experiências, ou passar por uma crise manifestada por estados de ansiedade, estados depressivos entre outros, causados por conflitos de ordem pessoal, interpessoal, conjugal, familiar, profissional. Nesse sentido propõe-se um trabalho de auto-conhecimento, de reformulação de vida, de auto-estima e bem estar interno e melhoria na qualidade de vida.

A idade intermediária, conhecida como meia-idade, entre os 40 aos 65 anos, os indivíduos não se relacionam apenas com o fato da pessoa ter de criar os filhos, mas também com interesse de estabelecer e orientar a geração vindoura ou melhorar a sociedade. O adulto que não apresenta esse interesse tende a procurar obsessivamente por uma intimidade que não é real; vivendo dentro de um casulo de egoísmo e isolamento.

Nas mulheres surge a menopausa experiência psicofisiológica que pode causar estados de ansiedade e depressão, conseqüentes da estrutura da personalidade pré-menopausa. Os homens devem adaptar-se ao declínio no funcionamento biológico e vigor físico em geral. Pode surgir a ‘crise da meia-idade’ que pré-dispõe a estados depressivos e baixa auto-estima.

As dificuldades em resolver ou aceitar um problema, angústias, sofrimentos por perda, problemas de saúde, dificuldades sexuais, entre outros, poderão ser acompanhados através de um processo psicoterapêutico que, poderá ajudá-lo a lidar melhor com esses momentos difíceis. Nesse espaço é possível que questões pessoais possam ser trabalhadas, favorecendo uma reorganização e ajudando o indivíduo a lidar com questões e sentimentos que podem vir a ser angustiantes e causar sofrimento.

Atendimento Maturidade

Refere-se à fase que se inicia aos 65 anos de idade. O número de idosos está aumentado em face ao desenvolvimento da medicina, sendo suas necessidades de saúde imensas e o papel tanto do médico geriatra quanto do psicólogo, muito importantes.

Nessa fase existe o conflito entre a integridade e o desespero. O senso de satisfação que se tem ao refletir sobre uma vida produtiva, aceitação do próprio lugar no ciclo vital e o reconhecimento de que cada um é responsável por suas vidas, e o sentimento de que a vida teve pouca finalidade ou significado o que gera um estado de angústia e medo a proximidade do fim do ciclo vital - a morte.

A auto-estima e a auto-suficiência estão sob risco constante á medida que tentam adaptar-se às perdas biológicas, psicológicas e sociais. Para manter a auto-estime são importantes: segurança econômica, pessoas apoiadoras, saúde psicológica e saúde física. O fracasso na manutenção da auto-estima pode gerar estados de ansiedade, frustração, tensão, raiva e depressão.

A aposentadoria permite que a pessoa tenha mais tempo para o lazer, e muitos se beneficiam com a liberdade adquirida. Entretanto quando resulta em problemas financeiros podem gerar impacto na saúde física e psicológica. As fracas condições econômicas podem interferir no prazer pela vida.

É imprescindível a manutenção de atividades sociais que tem valor para o bem-estar físico e emocional. A relação com pessoas mais jovens passando seus conhecimentos adiante, faz sentir-se mais útil, contribuindo, assim, para a manutenção da auto-estima.

A perda é o tema predominante nessa fase, pois acontece mudança do status e prestígio profissional, perda do ente-querido, declínio das habilidades físicas e muitas vezes da saúde. Há muitas vezes dificuldade de adaptação e, a uma resposta mal adaptada à perda é a depressão.

A gravidade de uma doença e à morte iminente causa emoções que devem ser observadas pela família.

 Inicialmente o choque ou trauma é a reação inicial quando se toma conhecimento da gravidade da doença, em seguida recusar-se a acreditar no diagnóstico e procurar vários médicos. O médico deve garantir ao paciente que não o abandonará, bem como esclarecer sobre a doença e as opções de tratamento.

Num segundo momento surge o sentimento de frustração, irritação e raiva por estar doente. Enfurecem-se contra Deus, amigos, parentes e o próprio médico que deve responder à raiva com empatia.  Em seguida surge a barganha, o paciente tenta negociar a obediência em troca da cura. Acreditam que, sendo bons, ficarão curados. É importante se deixar claro que cuidará dele da melhor forma possível e que fará tudo o possível para ajudá-lo.

Num terceiro momento o paciente apresenta sinais clínicos de depressão, que pode ser uma reação aos efeitos da doença sobre a vida do paciente ou pode ocorrer em antecipação à perda real da vida.

Por fim ocorre a Aceitação, o paciente percebe que a morte é inevitável e aceita a universalidade da experiência.

A participação da família - quase sempre- é de suma importância para o bom resultado da terapia, principalmente quando se trata de pacientes muito idosos ou fisicamente muito comprometidos, quase sempre, é nela que repousa todas os pilares da construção de sua melhora. O que precisamos levar em consideração é que o benefício que uma pessoa com limitações intelectuais ou mentais pode receber será de alguma forma, proporcionais ao nível de suas limitações. Mas, todas elas se beneficiam.

O idoso se beneficia das atividades nas quais possa se envolver. Os nomes, trabalho e ocupação, precisam ser compreendidos como qualquer atividade desenvolvida pelo idoso que possa trazer para ele algum sentido de realização pessoal: pintura, música, literatura, escultura, cultivo de plantas, cuidados com animais ou um trabalho associado a alguma instituição filantrópica. Nessas atividades o que há em comum é sua realização através da valorização do seu trabalho.

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