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O Isolamento Social tem afetado seu filho?

Na primeira infância, período que vai de zero a seis anos, a criança pode ter vivências negativas que ainda não tem capacidade de gerenciar. As situações adversas e sucessivas podem levar a um estresse que prejudica o potencial mental da criança, levando à dificuldade de concentrar-se, aprender e ter disciplina.

Neste momento de quarentena, com a condição de estresse diário e elevado, devido as diversas demandas para cada um dos membros da família, acentuam-se os conflitos familiares. ​ O desafio desse isolamento social com as crianças é conciliar o home office, as tarefas domésticas e atenção à criança, sem poder contar com uma rede de apoio, além da preocupação com as questões financeiras. ​ É importante manter uma rotina de ações que incluam tarefas e diversão, pois a criança está acostumada com isso na escola. Além das atividades diárias que deverão ser feitas dentro do prazo, deve-se manter uma rotina de horário para a alimentação, banho, horas de sono e lazer. ​ No momento do lazer, planeje atividades diversificadas, que tenham por objetivo além do reforço das atividades cognitivas, o convívio familiar. Isso é importante devido a criança estar acostumada a viver em um ambiente social.


O isolamento repentino pode gerar estresse. ​ As crianças não sabem verbalizar que estão estressadas. Cabe à família observar os comportamentos tais como: agressividade, desobediência, grito, isolamento, choro excessivo, menor interação com a família, além de distúrbio do sono e alteração do apetite. ​ Esses comportamentos são sinais de que a criança está precisando ser mais escutada e acolhida. Mostre empatia, dizendo que entende que é ruim ficar longe dos amigos, dos parentes e das brincadeiras fora de casa. É importante mostrar que o sentimento dela é real e ajudá-la a nomear esses sentimentos. ​ ​ Para que a criança seja capaz de identificar suas emoções, o ideal é verbalizar o que achamos que ela está sentindo. Isso ajudará ela a entender a emoção, nomeando-a. A próxima etapa é ela conseguir verbalizar. ​ Ao identificar as emoções nominalmente, ficará mais fácil para a criança, num episódio futuro, verbalizar o que está sentindo, uma vez que já aprendeu o que aquela emoção representa e como se manifesta. ​ Da mesma forma, identificar os pontos positivos de comportamento, estabelecendo um ambiente de validação e reforço da segurança promoverá o estabelecimento de um espaço de diálogo entre pais e filhos.



Gina M.G. Sommerfeld – RIOFLOR: 348

Terapeuta Floral Educadora com especialização em Terapia Floral/UFRJ. Facilitadora Sistema Florais de Bach - Healingherbs e Sistema Ararêtama.

Formação em Psicologia Clínica, Especialização em Psicologia Social e Saúde Psicossomática. Especialização em Psicologia Positiva-Ciência do Bem-Estar e Autorrealização – PUC. Fundadora do Espaço Psiquismo – Saúde e Desenvolvimento Humano – www.psiquismo.com.br

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